Arte insone

… me perguntei: quem precisa das minhas crônicas.
Donde constatei, sem autopiedade alguma que a pessoa mais importante do meu universo – por mais que eu não a considere sempre – precisa das minhas crônicas. No caso, eu.

… me perguntei: quem precisa das minhas crônicas.
Donde constatei, sem autopiedade alguma que a pessoa mais importante do meu universo – por mais que eu não a considere sempre – precisa das minhas crônicas. No caso, eu.